| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Psittaciformes |
| Família: | Psittacidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Subfamília: | Arinae |
| Gray, 1840 | |
| Espécie: | D. nobilis |
A maracanã-pequena (Diopsittaca nobilis) é uma ave psittaciforme da família Psittacidae. Também conhecida como arara-nanica, ararinha-nanica, maracanã e maracanã-nobre. Não é considerada como sendo ameaçada e não é muito frequente em cativeiro. Duas subespécies possuem nomes distintos: a ssp. cumanensis possui o nome de maracanã-pequena e a ssp. nobilis de maracanã-nobre
Seu nome científico significa: do (grego) dios = nobre; e psittakë = papagaio; e do (latim) nobilis = nobre, famoso, renomado. ⇒ Papagaio nobre. “Psittacus macrourus viridis, genis nudis, humeris coccineis” de Linnaeus (1754) (Diopsittaca).
Antes chamada cientificamente como Ara nobilis.
A maracanã é realmente uma ararinha. Distinguível pela testa azulada, pele branca nos lados do bico e ao redor dos olhos, ombro e parte média da asa vermelhos, extremo da asa azul. Em voo vê-se a base da asa vermelha, borda da asa amarela e rabo oliva-dourado. A pele nua em volta dos olhos é característica típica de seu grupo. Mede cerca de 30-35 centímetros de comprimento e o peso varia de 129 a 169 g.
Atualmente, Diopsittaca nobilis possui 3 três subespécies, a ssp.nobilis, a ssp.cumanensis e a ssp.lssp.longipennis:
(Clements checklist, 2014).
Alimenta-se de coquinhos de palmeiras como o dendê e frutos, principalmente o caroço, que tritura com seu possante bico, utiliza o bico como terceiro pé e usa as patas para segurar a comida, levado-a á boca.
Nidifica em cavidades de árvores e palmeiras e em cupinzeiros, entre fevereiro e junho. O casal fica sempre junto. A maracanã-pequena põe de 2 a 4 ovos, que são chocados principalmente pela fêmea, durante cerca de 24 dias.
Comum. Habita uma variedade de ecossistemas, incluindo cerrado, buritizais, beira de matas, caatinga e plantações, até 1400 metros. Vive normalmente em pares e em grandes bandos fora da época reprodutiva. Pode ser vista com frequência mesmo em grandes cidades como a cidade de São Paulo e Rio de Janeiro, porém, neste caso, como espécie introduzida.
Região Nordeste, Mato Grosso, Goiás, São Paulo e Rio de Janeiro. Vive também no leste dos Andes, Venezuela, Guianas, centro-oeste da Bolívia e sudeste do Peru.
Consulta bibliográfica sobre as subespécies: